quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Geryzian - A vida de Zeryan




A Princesa Escarlate de Gelo

- Que tédio - disse Dorian.
Dorian era um um garoto de cabelos verde limão que ia até seus ombros, sua face era branca levemente rosada, seus olhos eram roxos com uma espiral azul anil, tinha um estatura média para um garoto de 14 anos. Dorian trajava um manto vermelho, com escritas azul estelar.

As escritas diziam seu nome e sua posição no reino, ele era o princípe regente. Ele adorava ser o príncipe herdeiro, tanto que andava com seu manto para qualquer lugar, esnobando os outros nobres.

Só haviam duas pessoas que ele respeitava em todo, seu mestre Hoter e seu pai Duniu. Dorian era o oposto de sua irmã, Zeyran era bela como Zeyran, a deusa da flor de gelo que é regente da Mokitahn, o reino de Dorian.

Zeyran, a princesa de Mokitahn tinha os longos cabelos escarlates, olhos prateados com um octagrama azul estelar, como seu irmão, sua pele era realmente branca até mais que a própria neve, e mais suave que todos os tecidos de Geryzian. Possuia a mesma idade de seu irmão, mas esta nasceu um dia antes. Então ela teria mais direito sobre o trono, embora ela não quisesse.

Zeryan nunca gostou de ser um princesa, muito menos esperava ser uma rainha. Talvez tenha sido traumatizada por sua instrutora que era rigida com ela.

- Está tudo errado você caminha feito um cavalo - criticou Vorn.

- Se quiser ser uma rainha tem de melhorar - explicou Vorn.

- Começou a aula chata de etiqueta - zombou Dorian - vou embora tachau.

- O que há de errado na minha forma de caminhar? - Perguntou Zeryan - tchau irmão.

- Tudo, uma rainha caminha com passoa firmes, mas suaves. Você parece estar trotando.

- Qual o problema de imitar o caminhar dos cavalos? - Perguntou Zeryan - eles são belos, firmes e velozes.

- Mas você não é como um cavalo, você é bela e poderosa.

- Os cavalos são belos e poderosos, graças a eles muitos poderam atravessar lugares em uma velocidade incrível, mas agora com tecnologia, todos os ignoram - retrucou Zeryan -vocês preferem eles como escultura e paisagem, negam a beleza deles por não possuirem o dito "intelecto".

- Ora,bravo!! Bravíssimo! A nossa pequena princesa já esta fazendo discursos. Com o poder da fala você poderá matar qualquer oponente, minha querida - elogiou Hoter - seria um prazer ensinar-lhe magia minha rainha.

- Obrigada Hoter. Mas não sou a rainha, sabe bem que minha falecida mãe ainda osteta o cargo de rainha - explicou Zeryan.

- Por pouco tempo rainha - falou Vorn.

- Exato, terás de ser Rainha, senhorita Zeryan - falou Hoter.

- Parem de me importunar com isso, eu tenho o direito de passar a coroa para meu irmão.

- Errado, você é a encarnação da Deusa Zeryan, não pode negar seu sangue divino - informou-lhe Hoter.

- Não sou encarnação nem nada desta deusa. Parem de me importunar com isso - gritou Zeryan.

- Uma princesa não deveria gritar desta forma - falo Vorn.

- Não em importo, eu não quero ser rainha ou princesa. Eu não quero - gritou Zeryan ainda mais alto.

- Eu fiz uma divinação em seu nascimento, os deuses disseram que você seria a Rainha perfeita, nos guiará nas vitória nas batallhas, e viveremos properamente - explicou Hoter.

- Vá embora senhor Hoter, não desejo continuar com essa conversa. Ainda tenho de pensar - falou Zeryan abrindo a porta.

- Eu já estou indo, desculpe- me senhorita. - Desculpou-se Hoter - mas antes a senhorita poderia me responder uma pergunta?

- Faça.

- Por que a princesa estuda magia com a velha Noiri? Aquela velha não é confiável.

- Eu confio mais nela que você, ela foi um grande amiga de minha mãe.

- E provavelmente a assassina dela - zombou Hoter.

- Já chega. Cale-se e se retire daqui agora. Se acha que suas palavras podem ser verdades saiba que eu confio mais em Noiri que em você - gritou Zeryan batendo a porta mais forte que conseguia.


Vorn já havia se retirado do quarto de Zeryan, então ela arrancou todo aquele vestido vermelho, com detalhes negros e o jogou pela janela, ficando com apenas de roupas de baixo, e para não ser pega desta formo pos uma camiseta branca sem detalhes e uma bermuda azul desbotada. Zeryan preferia ser uma garota simples, não gostava de usar toda aquela maquiagem, muito menos aquele vestido irritante. Quando usava tudo aquilo ela se sentia artificial, não era nem nunca foi ela, ela preferia se atirar na lama e correr feito uma idiota atras dos animais e das outras crianças.

Mas seu pai e os outros a considerava perfeita demais para isso. "Este era o preço da perfeição? A liberdade? Preferia ter nascido uma mosca, com certeza ela seria mais feliz, embora algumas não tivesse um dia de vida elas poderiam sentir o gosto da liberdade. Que eu nunca sentirei." Pensava Zeryan.

- Tudo porque eu nasci no dia da deusa Zeryan, a deusa da flor de gelo. O destino, não existe, se existe é cruel, isso não é livre arbítrio, se sua vida foi traçada qual o significado? Viver sendo manipulada, tudo o que eu faço é realmente vontade minha? Existe deuses que nos obrigam a fazer isso? se deuses existem são uns monstros, deveriam nos deixar felizes, não nos dominar. Eu não sou a reencarnação de Zeryan, muito menos tenho os poderes dela. Senão então, por que não posso mudar meu destino?

- Você é abençoada pela deusa Zeryan, minha pequena, mas não deixe os outros te dizerem o que fazer. O destino existe, mas ele é um teia de caminhos, quando escolhemos uma perdemos a outra, nós somos donos de nossas vidas - explicou Noiri- podemos mudar o destino de uma divinação, mas existem coisas que o universo nos força a fazer. Mesmo que ele force podemos rejeitar. Até ele desistir. Sua vida como rainha não é obrigatória. Você tem até o mês seguinte para escolher minha criança.

- Eu entendo o porque minha mãe era sua amiga, você é uma boa confidente, sábia e protetora, estou feliz por ter você comigo Noiri - falou Zeryan abraçando Noiri.

- Obrigada minha pequena. também estou feliz por ter você - falou Noiri enquanto afagava os cabelos escarlates de Zeryan.

- Agora se vá tirar essa maquiagem borrada, você acabou deixando uam lagrimas escorrerem- falou Noiri limpando uma lágrimas com um dos dedos.

Zeryan apenas sorriu e foi correndo para o banheiro.

Noiri era uma senhora de idade com longos cabelos rosa levemente embranquecidos, sua pele era levemente era levemente violeta, e seus olhos negros. Muitos a consideravam linda e sábia, afinal ela foi aprendiz da própria rainha, a mãe de Zeryan, mesmo Noiri sendo mais velha que a rainha.

Era uma honra ser aprendiz da rainha, já que a Deusa Zeryan as instruia na magia, mas esperavam que Zeryan fosse a mais poderosa rainha, pois esta seria supostamente a reencarnação da própria deusa. Este era o assunto que mais irritava Zeryan ela queria ser ela, não a deusa, se fosse para ser a deusa ela teria um corpo de deus. Mas ela nasceu com um corpo humano não divino.

Noiri era a única que queria que Zeryan se tornasse rainha somente se ela desejasse e não que fosse forçada, mas Hoter era contra, ele dizia que era obrigação dela ser uma rainha. E este era um destino inevitável.

Ao contrário de Noiri, Hoter era mais rígido e quase frio, senão fosse pelos seus leves sorrisos. Hoter além de ter uma personalidade séria tinha uma aparência que ajudava nisso, com uma pele branca, com uma barba e cabelo loiros, olhos verdes com um triângulo redondo azul, era um pouco mais alto que a média dos homens. Ele sempre usava um terno negro com um manto azul marinho por cima, havia alguns detalhes em ouro que indicavam seu posto como primeiro ministro.

Alguns minutos lá estava Zeryan sem toda aquela maquiagem, ela parecia sorris muito mais sem aquela mascará que apenas escondia seu verdadeiro eu.

- Agora esta melhor Zeryan - elogiou Noiri -, agora posso ver o seu verdadeiro eu Zeryan, sem aquela maldita mascará.

Zeryan apenas sorriu.

- Ora,ora temos um belo sorriso aqui, não acredito que ele fica escondido por detrás daquela mascara.

- Obrigada Noiri -agradeceu Zeryan - a senhora também possui um belo sorriso.

- O que vou aprender hoje?

- Hoje vou lhe mostrar os belos animais de nosso reino.

-Nunca pude sair do castelo - comentou Zeryan com um ar triste.

- Iremos escondidas, nínguém irá poderá nos ver- informou Noiri.


E lá foram as duas, disfarçadas. Zeryan usava apenas uma peruca para esconder seus lindos cabelos escarlates. Noiri não trajava nada demais, pois nínguem iria se importar com ela saindo por ai. Ambas em sairam pelo portão sem serem notadas, afinal Noiri era uma nobre e não devia satisfações aos cavaleiros.

Só no cruzar o portão Zeryan sentiu o doce arroma da gram, que antes ela só via de longe. Zeryan de divertia vendo todas aquelas coisas que outrora via em apenas figuras distantes ou em livros foscos, era diferente tudo era mais vivo, compardo aquilo o castelo era uma casa sem cor, sem animo, praticamente um cemitério cheio de zumbis marionetes.

Noiri se divertia mais ainda das redescobertas de Zeryan, ela parecia um criança. Mas quando Zeryan viu um lindo campo de rosas de aguá, ela correu para se atirar nelas, elá estava ela caida toda ensopada com as pétalas.

- Há há há, olha o que você fez pequena, se molhou toda - falou Noiri se divertindo - sorte que não estavamos com uma roupa mais bonita.

- Há há há - gargalhou Zeryan- ainda bem.

- Se atira aqui Noiri. É divertido.

- Não posso molhar este manto, tenho de usar ele hoje. E as propriedades mágicas das rosas de águas irá interferir.

- O que?! Elas tem propriedades mágicas e só me avisa agora?

- Sim. Mas não se preocupe não é nada prejudicial.

Mesmo com o Noiri disse Zeryan se levantou rápido e saiu do campo, antes que algo acontecesse. Noiri riu do jeito desengonçado que Zeryan se levantou.

- O que vamos ver agora?

- Espere, vamos ver os espiritos das rosas de águas reconstruirem as pétalas.

Era incrível, espiritos semelhantes a peixes borboletas começaram a surgir do núcleo das outras rosas de água, os espíritos começarama ir para baixo da terra e cada vez que emergiam uma pétala nova se reestabelecia, até que algusn foram em direção de Zeryan e pegou a água dela e transformou em uma bonita rosa de água para Zeryan e depois voltaram para as pétalas.

- Que linda, obrigada espíritos -agradeceu Zeryan encantada.

- Agora temos de voltar, já está ficando tarde, logo sentirão sua falta - informou Noiri.

- Que pena, mas tudo bem . me diverti muito hoje e estou apaixonada pelo presente.

- Tome cuidado com essa flor, não a coachalhe muito ou poderá se desfazer facilmente. E não deixe nínguem ver ela. Seu pai ficaria uma fera comigo e não poderiamos mais fugir. He he he- avisou Noiri.

- Sim, não irei contar para meu pai. Hã... mais alguma coisa que eu deva saber sobre a rosa de água?

- Não, pequena. Apenas cuide para não movimentá-la muito - informou Noiri.

No retorno Zeryan ficou olhando com o mesmo encanto os coelho rosas que caminhavam entre tulipas roxas em forma espiral, os castores voadores, as serpentes leões, que tinham uma exuberante juba quando bravas,e mais uma desenas de animais e plantas que para ela eram uma novidade.

Quando entraram no castelo, novamente nínguem notou. Em seu quarto Zeryan se atirou exausta com o dia cansativo e divertido que ela teve. Zeryan não conseguia acreditar que tudo aquilo existia, era lindo demais e o mais incrível, era apenas um mizero pedaço do reino e quase nada do mundo.

- Já sei - gritou Zeryan.

Zeryan começou a caminhar de um lado para o outro procurando algo em seu quarto.

- Achei.

Zeryan havia tirado um imenso atlas empoeirado disfarçado de cadeira. Zeryan começou a procurar por outros lugares e suas descrições.

Mas Zeryan se descepcionou muito rápido, pois seu atlas, embora fosse grande só falava levemente sobre os lugares, parecia escrito para não nutrir sentimentos por aqueles lugares.

"Malditos escritores, mas se pensam que vou ficar aqui de braços cruzados estão engandos, eu vou dar um jeito he he he" pensou Zeryan.

Zeryan fechou seu livro e os camuflou ele e foi correndo para a biblioteca, mas ela não tinha as chaves, teria de pegar do senhor Nicols, o mordomo que quase sempre estava dormindo. E lá foi ela surupiar a chaves daquele senhor de idade, sem quase nenhum fio de cabelo em sua cabeça amarela.

O velho Nicols estava dormindo como sempre na cadeira em frente a cozinha, mas Zeryan tinha medo de se aproximar e ele acorda. "Ele esta dormindo o usó fingindo?" Pensava Zeryan incerta do que fazer. "Ah, que se dane se ele contar algo meu pai iria acreditar em mim não nele... eu acho" pensou Zeryan decidida. Zeryan se aproximou em passos leves e vagarosos, não estava andando nas pontas dos pés por medo de se desequilibrar e acabar caindo. Quando Zeryan estava bem proxima escutou passos e vozes, era as mesmas vozes de seu pai e Hoter, essa foi a força motivadora que fez Zeryan pegar as chaves o mais rápido e sair correndo dali.

"Consegui, viva agora para a biblioteca" pensou Zeryan alegremente.

O corredor da biblioteca era realmente assutadora, era escura, silenciosa e imenso, tanto em altura como largura, parecia um salão de dança, e os dois grandes pilares com uma um homem como aranha e uma mulher como uma mosca. A aranha humanóide trajava um manto negro e tinha 4 olhos vermelhos, mosca trajava um manto vermelho e tinha dois lindos olhos negros.

Zeryan não quis olhar muito as estátuas , pois seria muito fácil ver ela ali. A biblioteca era imensa com milhares de livros, para ela devia ser humanamente impossível ler algo sem ler tudo .

Por sorte havia um livro com anotações em que corredor os livros se encontravam. A lista era muito completa, Zeryan demorou cerca de 20 minutos procurando pelos nomes dos países e continentes.

"Essa lista de livros é muito grande, como vou carregar todos esses livros?" Perguntou-se Zeryan. "Ahá que conveniente, isso vai servir e muito".

Zeryan pegou um carinho de compras que havia sido largado por lá, ela não sabia se era de propósito para pegar os livros, mas ela nem se importava mesmo.

Enquanto Zeryan pegava os livros ficava se divertindo empurrando o carrinho e subindo em cima, algumas vezes ela passava pelos livros e tentava frear, mas só conseguia cair. Quando estav no penúltimo livro ela já não conseguia fazer muito embalo, pois o peso era muito.

- Então vou ter de me livrar destes compêndio imenso - falou Zeryan.

- Quem está ai?

Zeryan gelou ao ouvir está voz, era uma voz envelhecida e aranhada que ela nunca havia ouvido antes.

- Quem está ai? Vamos apareça - repetiu a voz estranha.

"Droga se me pegarem aqui vão falar para meu pai, tenho de fugir daqui" pensou Zeryan.

Zeryan colocou dois livros em sua roupa, largou alguns livro para o carinho ficar leve e chutou para longe, fazendo um grande barulho quando este se chocou coma parede. No momento do baque Zeryan correu para o lado oposto.

"Ufa, nunca mais faço isso" pensou Zeryan aliviado por ter conseguido escapar.

Zeryan foi para a cozinha e jogou a chave no chão embaixo do senhor Nicols e avisou as cozinheiras quee ela não sentaria a mesa, pois estaria um pouco indisposta.

Assim que Zeryan chegou não perdeu tempo e se atirou nos dois livros que havia pegado.

Zeryan se facinava com os diferentes reinos existentes e seus peculiares animais. Mas seus livros falavam levemente sobre eles, não havia muita informação, mas eram ricos em gravuras.

Com o passar do tempo Zeryan foi tendo mais sede por conhecimento dos diferentes países e passou a afanar diariamente mais e mais livros. Ela não falava nem para Noiri que pegava os livros, pois Noiri tinha dito que ela não devia mexer.

Sua diversão acabou quando chegou o grande dia da Deusa Zeryan, o dia da coroação da Rainha de Mokithan. Somente os nobres participariam da cerimônia.

O palácio estava cobertos tecidos vemelhos, a cor da deusa da flor de gelo. Os talheres eram feitos de metal congelado, as comidas eram divinas, possuindo diferentes trons de vermelhos, Zeryan não sabia identificar o que eram da sua janela , mas desejava descobrir deliciando-se.

- Que maravilha. Hoje nossa princesa virará um Rainha - falou Vorn sorrindo.

- Ela nos levará à grandes vitórias -bradou Hoter.

- Eu deveria ser coroado - falou Dorian força irritado.

- Dorian?! - falou Zeryan.

Zeryan nem pode ver Dorian, quando ela se virou ele já havia saído e bateu a porta com tamanha força que derrubou um dos vasos de cristais.

- Dorian queria ser coroado Rei, mas não pode - informou Hoter.

- Hm... - falou Zeryan.

Zeryan estava divina com um longo vestido vermelho violeta com detalhes em dourado sangue. Usava um colar prateado com uma pedra violeta com as incrições Beleza e Crueldade em Galderiano. Usava salto alto rosa com pedras precisosas rosas, ela estava tão reluzente quanto a Deusa de mesmo nome.

Seu coração estava disparado era muito ansiedade. Quando abriram a porta anunciaram:

- A futura Rainha Zeryan.

Cada passo de Zeryan parecia metros, sentia seus corpo pesado, penssava que iria desmaiar.

Assim que Zeryan ficou de frente para todos algo aconteceu que impressionou todos.

(continua...)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Enquete dos Posts

Como vocês podem perceber há uma nova enquete no blog.

Eu criei ela para ver se vocês preferem que os próximos post seja em:

Conto: Eu faria um conto para cada tema que eu estou pensando, em média pretendo que eles sejam um pouco longos.

Saga: Com essa eu poderia misturar todos os temas, teria sem dúvidas mais personagens, ação, trgédia, romance, comédia e sei lá mais o que. Mas isso não quer dizer que possa ser melhor que um conto, um conto breve pode também ser profundo e esclarecedor, uma saga pode acabar de tão longa consufa.

Ambos podem ou não ser bons.

Posts Tradicionais: O velho e bom post, onde não havera personagens dialogando, mas pode ser tão divertido quanto uma saga ou conto, talvez melhor, por ser direto ou eu coloque indireto, elementos escondidos. Pode ser muito engraçado, tedioso ou inspirador (alguns gostam do que eu escrevo e me elogiaram assim).

Não irei revelar os temas dos posts . Vamos lá vote ^^,

Só para lembrar isso não exclui posts sobre animes, mangás, games e RPG.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Novidades

Estou escrevendo este post para avisar que é verão e com isso o gelo pode derreter. He he he. Como alguns já sabem comprei meu note novo, e estou namorando ele assim como eu faço como tudo novo.

Já comprei um molden ou moldem (não sei como se ecreve '-'), para meu pai não tirara este de mim, e eu poder ficar até de madrugada, já que meu novo trabalho é a tarde.

Já que toquei no assunto do meu trabalho. Eu estou trabalhando em um museu, não é um trabalho excepcional, mas pelo menos eu mando o negócio lá, já que sou o monitor e posso mandar as pessoa não tocarem nos bagulhos de lá e eu tocar a vontade, he he he. Atualmente lá é um tédio, eu fico conversando com os objetos de lá, não eu não estou enlouquecendo, eu sempre tive a mania de conversar com objetos supostamente inanimados.

O meu trabalho começa pelas 15 horas e termina às 18 horas, então eu estarei ás !9 horas em casa. Tirando o tempo do meu treino em magia e estudo, e estou aprendendo inglêspara ler alguns livros deliciosos que não existem temporariamente em português(lembre-se não sou um iluminado, deus ou algo do tipo, pelo menos eu acho). Terei algumas horas para escrever.

Sobre o GDC, pretendo terminar ele logo. Por três motivos:

1- Ele originalmente está escrito em cadernos, sempre tive a mania de escrever em cadernos.

2- Escrevi ele em uma época terrível da minha vida. e não me lembrava, reescrever me traz péssimas lembranças, não pretendo me torturar, parei com essa mania masoquista a tempos.

Se quiser entender o que e Gareth's Death Caotic, basta ver os sinônimos, Gareth significa amável, ou seja, Amável Morte Caótica. Conforme vou postando sobre este você perceberá o porquê, caso não tenha entendido ainda.

3- Pretendo escrever um novo conto, para suprir alguns posts já que muitos amigos meus não conseguem entender certas coisas básicas da magia ou magick, como preferir. Eles se recusam a ler outros blogs, por não confiarem. Exatamente eu me sinto foda e feliz por tamanha confiança, mas aviso que não sou tão foda (ou sou? Me diga você), então não me culpem de nada.

Para os leitores do blog. se quiserem criticar ou comentar sob a minha visão sobre determinados assuntos no conto , o façam, não é só para ser um conto com forma, mas aviso que não mudarei oq eu escrevi.

Não sei se irei postar o conto todo ou em pedaços, já que ele é para ser muito longo.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Congelamentos

Estou escrevendo este post para informar aos que lêem este blog que poderei congelar este blog, o conto, os posts que eu falei que planejava fazer estão cancelados por hora.
Isso também se aplica ao blog restrito.

Atualmente estou com sérios problemas emocionais, que por sua vez afeta o meu estado psicológico e minhas ações.

Eu com certeza acabaria descontando minha mistura de emoções tentando fazer as pessoas sentirem algo pior que o que eu estou sentindo, poderia acabar faltando com a educação e alguém que fosse comentar eu acaba r ofendendo. Não quero brigar com ninguém, muito menos com amigos meus que são boa parte dos que lêem meu blog.

Por estes motivos escolhi a coisa mais sensata a se fazer. Congelar temporariamente o blog. Para que nada de errado ocorra.

Alguns podem me criticar dizendo que eu havia falado que ia fazer até o mês passado alguns posts. Mas eu não posso voltar atrás? Eu não posso voltar e mudar de opinião sobre algo? O tenho de sempre ter o mesmo pensamento? Eu também tenho uma vida particular que esta abalada. Enquanto ela não se ajeitar não pretendo voltar. Embora no blog eu possa escrever meus pensamentos sem problemas. Eu não quero expor, quando escrevo algo elementos de minha vida são colados naquilo.

Mas não se preocupe o gelo vai derreter um dia, ou do interior dele ou do exterior.

PS: eu posso não melhorar disto e talvez fazer coisas horríveis, ou morrer daí o blog seria cancelado, mas por via das dúvidas tenho uma pessoa em mente que continuara ele por mim.

Obrigado a todos.

sábado, 26 de novembro de 2011

Gareth's Death Caotic Parte 7 (Novo Mundo)


Felipe ficou espantado ao ouvir que a pequena Mirian poderia ajudar.

- Como irá me ajudar Mirian? – Perguntou Felipe ainda surpreso.

- Primeiro eu tenho de ver o Hiruko, para saber como ajuda-lo. Keittin tem alguns poderes que podem ser úteis – explicou Mirian.

 Felipe não esperou nenhum minuto a mais, chamou o garçom e pagou a conta e saiu de lá, afinal ele queria ter Hiruko ao seu lado o mais rápido possível.

 A sorveteria era bem próxima do hospital onde Hiruko estava, mesmo assim ele queria chegar logo. Em poucos minutos eles já estavam lá. O Felipe estava depois de meses com um sorriso imenso em seu rosto.

 - Aí está ele Mirian, faça o que tem de fazer. Traga meu amor de volta para mim – pediu Felipe quase explodindo de felicidade.

 - Vou fazer o que puder – avisou Mirian - não sei se poderei acordar ele.

 - Que nada, você vai conseguir sim, se precisar de ajuda pode contar comigo. Pode não deve - falou Felipe ainda com seu imenso.

 Mirian sentou em uma cadeira próxima a cabeceira de Hiruko e pôs sua mão sobre a testa de Hiruko fechando os olhos.

- Keittin, venha aqui – pronunciou Mirian.

 Keittin voou até a cabeça de Mirian e ficou repousado nela  com as patas sobre a cabeça dela, na região do chacra Ajna. "Possivelmente Keittin esta energizando o chacra, para que ela conseguisse se comunicar com Hiruko ou coisa do tipo" pensou Felipe. Logo que Felipe pensou isso uma luz violeta, saiu da testa de Mirian, neste exato momento Mirian segurou a mão de Felipe e a luz tornou-se imensa engolindo tudo no quarto.€ Foi tudo muito rápido, quando Felipe deu por si no outro segundo estava em um lugar deserto, era noite, mas não havia lua no céu.

 Em minutos o mundo  mudou completamente, o chão era esburacado e com poças e havia um imenso planeta brilhante em frente. O mundo onde eles estava parecia ser um meteorito ou uma lua que circulava em volta daquele belo mundo.

- Que estranho -comentou Mirian – será que Hiruko esta naquele planeta ou esta aqui?

- Não faço a mínima idéia – respondeu Felipe.

 Keittin colocou novamente as patas sobre a testa de Mirian, e de sua testa surgiu uma pequena luz verde que começou a voar para todos os lugares em zig zag.

- Esqueci que este é o mundo do Hiruko então tudo é ele.- lembrou Mirian.

- Acho que posso encontrar o Hiruko. Afinal eu o amo e já consegui rastrear ele em diversas dimensões – comentou Felipe confiante.

Felipe sentou e começou a se concentrar. Alguns minutos depois Felipe se ergueu em um pulo gritando "encontrei".

- Ele está naquele planeta – falou Felipe apontando para o planeta.

- Só não sei como chegar lá – falou Felipe meio decepcionado.

- Sem problemas Keittin nos leva até lá – falou Mirian sorrindo.

 Mirian nem terminou de falar e pulou nas costas de Felipe, Keittin fez suas asas crescerem e dos chacras de Felipe e Mirian surgiram luzes.

- Jogue-se em direção ao planeta – ordenou Mirian – confie em mim tudo vai dar certo.

- Então tá. Se morrer, pelo menos morrerei no mundo do meu amor – gritou Felipe enquanto pulava em direção ao planeta.

 Novamente Felipe perdeu o sentido de tempo e quando deu por si já estava no planeta. O lugar era lindo era uma floresta onde eles tinham aterrissado. As árvores eram de verdes, mas não grossas, havia folhas marrons e douradas no chão, parecia se primavera recentemente.

 Os dois caminharam por ali seguindo o coração de Felipe, até avistarem uma mulher de cabelos negros, pele branca e um vestido negro, estava agachada atrás de uma moldura de um quadro que tinha em cima um passarinho.

- Boa noite senhorita – cumprimentou Felipe.

- Ola senhor – cumprimentou a moça.

- Meu nome é Felipe - apresentou-se Felipe – sem querer ser intrometido, mas o que a senhorita faz aí?

- Estou agachada, és cego ou idiota? Creio que não já que me chamou de senhorita não é cego, então é idiota – respondeu a moça - a propósito meu nome é Narian, sou a maga das pinturas.

- Isso explica o quadro, mas que estava fazendo? – Perguntou Felipe.

- Estava fazendo um auto-retrato – respondeu Narian.

- Mas você só esta segurando esta moldura, não esta pintando nada – avisou Mirian.

- E quem disse que preciso de tinta ou papel para pintar? Esses elementos físicos são apenas para expressar os sentimentos que os artistas possuem e para que os outros possam ver e sentir aquilo. Minha tela é minha vida e minha tinta meus sentimentos. Só quando experimentar meus sentimentos alguém poderá ver o meu quadro – explicou Narian.

- Que lindo – falou Mirian com os olhos brilhando.

- Mudando de assunto sabe onde está um mago chamado Hiruko? – Perguntou Felipe.

Narian não falou nada apenas fitou o chão seriamente, parecia que a pergunta a tinha afetado. “Merda, por que ela não responde? Será que aconteceu algo sério com Hiruko em seu próprio mundo?” Pensava Felipe assustado pelo silencio de Narian.

- Hiruko. Como não sabem o que aconteceu com nosso senhor? Todos deste mundo sabem que ele desapareceu á muitos anos – falou Narian fitando o chão ainda.

- Como assim? O que aconteceu para ele sumir do próprio mundo? – Perguntou Felipe espantado.

- Não sei ao certo, mas tenho quase certeza que ele foi derrotado por um mago em outra dimensão – explicou Narian desviando olhando para o lado com olhar ainda baixo.

- Vocês não são desta dimensão certo? – Perguntou Narian – vocês são devem ser da mesma dimensão do mago que derrotou Hiruko.

- Acredito que sim – falou Felipe meio inseguro – somos do mundo Natal de Hiruko.

- Que bom – falou Narian com os olhos brilhando – soube que os magos do mundo de nosso senhor são poderosos e sábios, mas posso abrir uma exceção para você sobre o sábio.

- Eu não me considero poderoso, embora me saiba virar – explicou Felipe – e na me importo em ser sábio, não procuro a sabedoria só a felicidade, por isso procuro Hiruko.

- Mas por que você ficou tão feliz em saber que somos do mesmo mundo que Hiruko? Ou se somos poderosos? – Perguntou Mirian.

- Porque queria pedir a ajuda de vocês para derrotar Worans, o atua Rei de nosso mundo. Ele assumiu o poder logo depois que Hiruko sumiu. Creio que ele pode ter aprisionado Hiruko – falou Narian.

- Se ele aprisionou Hiruko pode ter certeza que o derrotarei – falou Felipe confiante.

- Mesmo que ele não tenha aprisionado Hiruko, podemos conseguir informações valiosas – constatou Mirian.

- Vocês precisarão de ajuda para derrotá-los. Muitos já morreram nas mãos Worans, quando tentaram invadir o castelo para libertar Hiruko – avisou Narian.

- Não tem problema eu o derrotarei, já derrotei muitos magos poderosos – gabou-se Felipe.

- Pensei que não se acha-se poderoso – riu Mirian.

- Eu na me considero, mas os outros, sim – gargalhou Felipe.

- Mas Worans é muito poderoso, já derrotou dezenas de magos poderosos de nosso mundo, terá de conseguir reforços para atacar o castelo dele. Terá de viajar para outros lugares e conseguir reforços – disse Narian.

- O que? Ele não deve ser tão poderoso. Posso derrotá-lo. – falou Felipe.

- Mas Felipe, e se ele for mais poderoso que você? Ele poderá te derrotar e o Hiruko nunca mais despertará. Que isso mesmo – falou Mirian perspicaz.

- A garotinha é mais esperta que você – falou Narian.

“Elas tem razão vou ter que esperar mais um tempo para te ter em meus braços Hiruko” pensava Felipe.

- A Terra Demônios Albinos, fica para leste. Lá será o primeiro lugar onde iremos para encontrar um mago muito poderoso – falou Narian.

- Ele é um mago demoníaco? – perguntou Mirian.

- Não faço a mínima idéia de quem procuramos, mas vamos para a Terra dos Demônios Albinos, pois os magos de lá são muito poderosos – explicou Narian.

- Vamos de a pé até lá? – Perguntou Felipe.

- Não. Teremos de caminhar até a cidade de Yrian para pegar os cavalos, com certeza o povo de lá os dará para nós ao saberem que pretendemos derrotar Worans – falou Narian enquanto caminhava.

Felipe, Mirian e Narian forma para norte, pois a cidade de Yrian ficava no norte. Mirian se encantava com os seres daqueles mundos haviam muitos roedores como esquilos azuis com cascos de tartarugas e porcos espinhos brancos e verdes. Mirian a cada  cinco minutos estava correndo atrás de um e  Felipe tinha de ir atrás dela para que ela não se perdesse ou se machucasse.

Em mais ou menos duas horas o trio chegou na cidade de Yrian. Era uma cidade bem simples feita de pedras bem antigas, mas eles pareciam ser felizes com isso. Felipe estranhou , pois pensava que o lugar estivesse surrado, pois  teriam sofrido nas mão de Wornas, mas não parecia, por que eles ajudariam eles era a pergunta que Felipe não sabia responder.

- Não se preocupe senhor Felipe, embora este povo não tenha sofrido nas mãos de Worans eles sabem que Worans faz muitos outros povos sofrerem. Eles se importam bastante com os outros. Este é sem dúvida um povo muito amável –explicou Narian.

Quando passaram pelo portão da cidade, muitas crianças e adultos foram receber eles alegremente, pareciam festejar com a chegada deles.

- Por que estão tão alegres em nos ver? – Perguntou Felipe sussurando pra Narian.

- Porque adoramos ter visitantes por aqui, vocês trazem felicidades para nós, somos todos uma grande família e adoramos ter novos irmãos por aqui. Sejam bem vindos a cidade de Yrian.

Quem falou isso foi um velho, que usava uma roupa simples como os demais, parecia ser o ancião da cidade. O jeito que falava também fazia parecer que ele era algo como representante da cidade, talvez fosse o prefeito.

- Obrigado senhor, meu nome é Felipe. Fiquei muito feliz com esta recepção – agradeceu Felipe – mas não ficaremos por aqui.

- Meu nome é Jorius, sou o prefeito da cidade. Que pena que não ficarão  por aqui é uma cidade muito boa para se passar um tempo – disse Jorius – mas poderiam me dizer o motivo de sua passada por aqui?

- Viemos pedir um favor para vocês – falou Narian.

- Digam e poderemos ver se podemos ajudá-los – falou Jorius.

- Queremos pedir dois cavalos para viajáramos – falou Narian.

- Não podemos dar dois cavalos, são bem caros, me digam o motivo e veremos se podemos fazer algo – comentou Jorius.

- Queremos viajar pelo mundo para conseguirmos magos poderosos para derrotar Worans – falou Narian.

- Oh! Mas porque na falaram antes? Infelizmente não podemos lhes dar nossos cavalos, mas posso providenciar um meio de transporte. Me sigam – falou Jorius.

Todos foram até um estábulo imenso, parecia ser bem velho. Lá dentro tinha uma carroça romana que seria puxada por dois bodes.

- Lhes darei a minha poderosa carroça e meus dois mais fortes rápidos bodes Hoie e Eioh - falou Jorius.

Hoei era um bode bem alto, com imensos chifres e branco como a neve, Eioh era igual só era negro como a noite.
- Que lindos! – Exclamou Mirian.

- Realmente são belos bodes, senhor Jorius – elogiou Felipe – tenha certeza de que cuidaremos muito deles.

- Sei disso, vi que seus corações são puros e sua vontade também, caso contrário não poderiam ter entrado em nossa cidade. Nossa cidade é feita de pedras fortificadas magicamente, é um dos mais poderosos encantos criados por nosso povo, todo dia aumentamos os poderes delas. Este é o motivo de Worans não te conseguido fazer nada com nós. E também somos uma cidade muito pacifica e nossa magia é apenas defensiva, não vemos necessidades de aprender magias ofensivas – explicou Jorius.

- Que legal – falou Mirian.

- Agora temos de ir, quanto mais rápido formos mais rápido chegaremos até os magos –falou Narian.

- Ok. Lá vamos nós – falou Felipe erguendo Mirian e colocando na carroça.

O trio agora se dirigia para o leste em busca dos poderosos magos da Terra dos Demônios Albinos. Os bodes eram realmente rápidos, deveriam ultrapassar a velocidade de muitos cavalos. A carroça também era resistente, se não fosse estaria destruída pelo atrito com os buracos e a velocidade que tinha os bodes.

Em menos de duas horas eles já haviam passado pelo Deserto Carmim. Que era um deserto com rios de ácido, graças a velocidade incrível dos bodes e seus cacos resistentes. Eles passaram pelo Deserto Carmim sem problemas. Mas Eioh e Hoei ficaram muito exaustos devido ao esforço que fizeram para aumentar absurdamente sua velocidade e passar correndo pelo espelho do lago.

- Eles estão bem, mas cansados – falou Felipe – é melhor deixar eles descansarem para que nada de errado ocorra.

- Tudo bem – falou Narian.

- Você não é xamã Felipe? Poderia dar a eles alguma poção para eles se recuperarem mais rápido – comentou Mirian.

- Tem razão vou ver se acho alguma coisa para melhorar eles rápido na minha mochila – falou Felipe pegando sua mochila.

- Achei – gritou Felipe mostrando um frasco vermelho.

- Este elixir pode curar tanto fisicamente como espiritualmente e mentalmente – explicou Felipe.

- Não precisa explicar apenas de aos bodes – falou Narian.
Logo que Felipe derramou algumas gotas nas bocas dos bodes, eles se ergueram rapidamente prontos para partir.

O trio colocou os bodes na carroça e partiram novamente, para a Terra dos Demônios Albinos.

A viajem foi muito chata para Narian e Felipe, por ser um deserto total o lugar. Mas para Mirian não, ela sempre conseguia ver um lagarto azul espectral, serpentes fractais, ou escorpiões com cabeça de cobra no lugar da cauda. Ela se encantava com estes seres diferentes aos olhos de Felipe.

Em duas horas de novas descobertas, eles avistam a entrada da Terra dos Demônios Albinos. Ela se encontrava em deserto de pedras que pareciam gárgulas brancas, pareciam feitas de pérolas, quando entraram não foram recepcionados como na cidade Yrian. Mas já não esperavam isso, até por causa do nome.

Narian desceu da carroça e foi em direção a um homem envolto em panos como os árabes, ele parecia ser o guarda do lugar, Felipe desceu junto e a seguiu.

- Quero saber onde está Olian – falou Narian.

- O Mago Branco? Aquele maldito verme não mora muito perto daqui, e nem me interesso onde esteve verme está. Deve estar meditando ou mendigando nas montanhas que se foda –falou o guarda irritado.

- Você disse que não sabia o nome do mago que estávamos procurando – falou Felipe meio irritado.

- Isso não interessa agora, vamos para as montanhas. Depois que convensermos Olian a se unir a nós eu explico – falou Narian.

Não podiam subir as montanhas com a carroça, então eles a guardaram e montaram nos bodes, para subir as montanhas ingrimes e arridas. Depois de uns 40 minutos saltitando pelas pedras eles avistaram uma caverna.

Lá havia estava um sujeito de cabelo negro liso, pele branca, olhos verdes, uma roupa negra e uma estanha tatuagem branca e negra semelhante a um coração. Possivelmente era Olian.

domingo, 13 de novembro de 2011

Gareth's Death Caotic Parte 5 (o Mago negro)



- Ele morreu?- perguntou Rafaela.

 -Eu não sei - falou o mago negro.

Foram as últimas palavras que pude escutar e um grito de horror em seguida a voz era semelhante a de Felipe seguido da voz em agonia de Jeany.

Passaram muito tempo depois do incidente. (a narrativa muda para terceira pessoa observando Felipe). Felipe não acreditava que aquilo havia acontecido com Hiruko, seu amor não havia morrido, mas estava em coma, não corria o risco de morrer, mas não ia acordar tão cedo se é que iria acordar em algum momento de sua vida. O médico falou que pode ter grandes danos psicológicos e isso causou o coma.

"Hiruko era mesmo frágil, mas ele me amava mesmo?"Pensava Felipe.  Hoje Felipe iria se encontrar com Rafael em uma cafeteria, para conversar sobre o que houve com Hiruko à 6 meses. Quando chegou lá ambos usavam a mesma roupa de 6 meses atrás. Só que Rafael não estava com seu violino e Felipe não usava aqueles óculos, até porque seria estranho.

- Olá Felipe. Como está? - Cumprimentou Rafael.

- Oi. Estou bem e você? – Perguntou Felipe.

- Bem - respondeu Rafael.

- E o Hiruko, está bem? – perguntou Rafael.

- Não. Ainda não entendi porque aqueles desgraçados foram tão longe com isso. Não era para serem tão brutais com ele. Eles sabiam que ele era mais frágil, são dois sádicos de merda.- falou Felipe irritado.

- Eles não deveriam ter ido tão longe, mas pode ter sido necessário, Hiruko teria de ser forte para entrar na ordem. Você mesmo teve uma iniciação bem mais brutal, se Hiruko não aguentou quer dizer que ele não merecia conhecer o controle das outras sete faces de Yamata, se nem conseguiu controlar uma de suas faces, possuindo ela ou permitindo que ela o possuisse. Ele simplesmente quis fugir de tudo, pois não aguentou. Ele é fraco - discursou Rafael.

- E daí se ele é fraco? Não quer dizer que eles precisavam ir tão longe. Sei que no meio da ponte não se pode voltar. Mas ele ainda é uma criança. Ele ainda tem problemas, ele não amadureceu, vocês não quiseram esperar quiseram que o gênio entrasse logo. Vão se foder. Principalmente você Rafael – gritei  alterado.

- Você ainda permite que esta face te controle? Pensei que já tivesse dominado. – falou Rafael – garçom vou querer café com leite e um pouco de espuma.

- Eu controlo está face sim, e posso usá-la para te matar seu merda – gritei completamente possesso.

- Você é tão idiota Felipe deixa se controlar pelas faces de Yamata. Você está sendo controlado pela Ira. Só por causa do seu amor – falou Rafael – Se quiser ajuda em alguma coisa é melhor se recompor e falar normalmente.

Felipe não sabia o que fazer, então teve que se calar e se acalmar, pois se alguém poderia ajudar o Hiruko seria o Rafael. Enquanto Felipe tentava se acalmar Rafael ficava mexendo no café com leite com uma colher.

- Você não vai tomar este café? – Perguntou Felipe.

- Não sei. Estava pensando – respondeu Rafael fitando o café.

- Pensando no que?

- Na perfeição que este café com leite possui.

- Que? Não entendi? – falou Felipe para não xingar Rafael.

- O café é o negro, o Yin, o amargo. Já o leite é o branco, o Yang, o doce. E a colher os unem, ambos juntos podem dar muita energia ou matar uma pessoa alérgica, as coisas perfeitas para um podem matar outros. Incrível não? – Falou Rafael sorrindo.

- Mas juntos são amargos, precisa de açúcar, o gosto não é agradável – comentou Felipe.

- Errado, o paladar seu é diferente do meu, o que é bom para um é ruim para o outro – corrigiu Rafael.

- Entendo, mas o que tem a ver com o caso do Hiruko? – Perguntou Felipe.

- Não sei, Eu não disse que estava falando sobre o Hiruko eu falava sobre o meu café – falou Rafael.

- Ok. Mas me diga o que podemos fazer pelo Hiruko – falou Felipe.

- Eu não sei o que fazer – falou Rafael.

- Ajudou muito – falou Felipe – ao menos vou me vingar daqueles merdas.

- Não seja idiota, não deveria atacar os membros da mesma ordem. – Falou Rafael fitando Felipe – ainda mais quando você é de grau mais elevado que um deles.

- Com certeza você irá conseguir grandes problemas com isso, se matar Rafaela e Sieg – avisou Rafael.

- Você irá me impedir Rafael? – Perguntou Felipe

- Não. E tão pouco os avisarei.- Respondeu Rafael – mas sabe que há consequências certo?
- Eu sei sim. E assumo a responsabilidade – respondeu Felipe.

Felipe se levantou e foi embora sem ao menos esperar que Rafael falasse algo. “Irei matar aquele desgraçado” pensava Felipe.

- Espere Felipe, aqui está o selo de Ranisra, eu cuidei dele esse tempo todo, mas acho que é melhor ele ficar com você. Ele está bem poderoso atualmente. Energizei ele sobre a oitava face e quinta face de Yamata – falou Rafael sorrindo.

- Tenho certeza que Ranisra ficará feliz em vingar o Hiruko – explicou Rafael.

- Obrigado Rafael – agradeceu Felipe – só mais uma coisa sabe onde está o Sieg?

- Eu não sei ao certo, mas ele dorme em um praça todas as tardes. Não me pergunte por que – respondeu Rafael.

- Valeu de novo – agradeceu Felipe.

Felipe procurou Sieg em várias praças, já que ele tinha esquecido de perguntar em qual praça ele estava. Demorou uma 3 horas procurando Seig.

Quando já estava desistindo de procurar Sieg, ele o vê sentado em frente a uma arvore dormindo.

 “Ótimo poderei matá-lo enquanto dorme” pensou Felipe mexendo em sua mochila.

- O que faz aqui Felipe? – Perguntou Sieg com os olhos fechados.

- Eu vou te matar desgraçado – respondeu Felipe irritado.

- Planejava te matar de forma indolor, mas pelo visto não vai dar  - falou Felipe sorrindo – melhor assim, você vai sentir mais dor e assim terei minha vingança completa.

- Isso por causa do novato? – Perguntou Sieg fitando Felipe – fala sério cara.

- Eu estou falando sério seu merda, não vou poupar sua vida de merda – falou Felipe.

- Se você que assim, não queria te matar Felipe – comentou Sieg sorrindo.

Felipe nem se importou com o que Sieg disse e começou e evocar Wuid o lobo branco. Wuid avançou sobre Sieg, Sieg pegou dois selos e chamou invocou dois Exus contra Wuid.

- O que? Você mexe com magia Afro? Não se parece nada com você cara – comentou Felipe.

- As aparências enganam – falou Sieg – não se leve pelas imagens.

Felipe então pega outro selo e traz Anis, o lobo negro para emparelhar batalha.

“Se eu não tivesse fortificado Anis e wuid eu estaria perdido”, pensou Felipe. “Preciso de um estratégia agora” pensou Felipe novamente.

Sieg veio para cima de Felipe, porque Felipe não sabia lutar então ele o derrotaria com força física.

- Você é um mago ou que? –Gritou Felipe.

- Um mago usa o que tem para derrotar alguém – falou Sieg enquanto acertava um soco em Felipe.

Felipe tentou escapar, mas Sieg segurar ele pelo braço direito e acerta outro soco em seu rosto, Felipe revida com uma tentativa de cortar o braço de Sieg que larga a braço dele.

- Já peguei o que eu queria – falou Sieg mostrando alguns fios de cabelo de Felipe.

- O que pretende fazer? – Perguntou Felipe apavorado.

- Voodoo oras – respondeu Sieg correndo para longe.

- Desgraçado volte aqui –gritou Felipe.

Enquanto corria Sieg pegava um boneco voodoo de seu bolso e começava a colocar o cabelo de Felipe dentro do mesmo. Pegou alguns alfinetes e começou a fazer uma invocação pronunciando palavras em outra língua e colocou o boneco na frente de um Nidstang com três Nauthiz e o espetou em regiões dos chacras. Devia ser algo como uma maldição rúnica com voodoo para diminuir o fluxo dos chacras.

Em pouco tempo Felipe começou a cair, e pegou umas poções de seu bolso e bebeu, pronunciando “o elixir da vida de Eir Deusa da cura”.

- Maldito xamã quebrou minha maldição - gritou Seig indo na direção de Felipe com uma marreta em mãos.

- Droga – gritou Felipe.

Quando Sieg estava próximo de Felipe ele pegou o selo de Ranisra e o Evocou para que o protegesse.  Viu-se apenas um vulto negro e logo sangue em todo o peito de Sieg.

- O que foi isso? Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. Merda – gritou Sieg.

Sieg estava sem um dos braços, justo o que estava com o marreta. Atrás de Sieg estava Ranisra, mas não estava como antes, ele estava mais bruto, mais forte com símbolos arcanos em seu corpo e muito alto, grandes asas e chifres e dois escudos um duas laminas em cada lado o que fazia parecer uma espada.

- Ranisra é você? – Perguntou Felipe incrédulo.

- Sim. Rafael me disse que você planejava vingar meu dono Hiruko, então eu vim no exato momento que me chamou – falou Ranisra com uma voz grave, mas calma.

- Até sua voz mudou – comentou Felipe.

- Eu sei, mas isso não interessa agora temos de vingar o que aconteceu com Hiruko à seis meses – falou Rarnisra.

- Acha que só porque tem esse bicho crescido vai me ganhar? Eu ainda tenho muitos truques. – gabou-se Sieg.

Sieg pegou um receptáculo de sua mochila que estava com seu Exu guardião, alimentado com seu próprio sangue.

- Venha Exu de Ogum, te convoco para derrotar este meu inimigo – bradou fervorosamente.

- Eu posso transformar a face do medo de Yamata em poder para mim – gritou Sieg orgulhoso.

Em poucos segundos aparece um guerreiro com pele negra e com um cinto vermelho e um tridente, tinha um ar de imponência e poder.Este avançou sobre Ranisra em um batalha mortal.

- Agora somos apenas nós dois Felipe – falou Sieg.

- Fala sério, eu vou ganhar você só tem um braço Sieg – falou Felipe.

- Mau braço tem o dobro da força de todo seu corpo, sem falar na minha agilidade e força das minhas pernas – exibiu-se Sieg – é obvio que eu ganharei esta batalha.

Sieg pegou seu Nidstang e usou para fazer um circulo com seu sangue e três Hagalaz em três partes o circulo e no meu colocou dois selos desconhecidos. E começou a pronunciar um língua que se parecia com alguma Africana.

- Venham Kiumbas, destrocem a alma deles os convocos pela quinta face de Yamata e a maldição da Runa Hagalaz em nome do mundo de Niflheim o mundo dos mortos.

As outras quatro entidades os Exus e os lobos á haviam sido banidos, pois as evocações de agora iriam usar muita energia. Um ser obscuro surgiu do sangue do circulo de Sieg era um como um vulto em pé, como se fosse uma sombra materializada, só seus olhos vermelhos que eram possíveis ver.

Assim que avistou Felipe a entidade avançou sobre ele, que teve de sair da frente e pegou o selo de Anis e o trouxe novamente.
- Este lobo não é o suficiente para derrotar meu Kiumba – gritou Sieg entre risos.

- Se não é o suficiente eu posso fortificá-lo! – Exclamou Felipe.

Felipe pegou em sua mochila algumas poções e bebeu, para aumentar seus poderes e alterar seu estado de consciência. Então ele furou seu indicador e desenhou um lobo com asas e começou a fixar sua visão no desenho e o devorou.

Anis desaparece e surge ao lado de Felipe, então Anis entra dentro do corpo de Felipe, começando a alterar o corpo de Felipe.

- Porra... Licantropia? Mas que merda de xamã – gritou Sieg meio apavorado – mesmo assim não passará pelo meu kiumba. Há há há.

- Hati Hróðvitnisson, filho de Loki que persegue a Lua, nome que significa Aquele que Odeia, venha e se alimente desta sétima face de Yamata, e torne mais poderosa minha união com meu servidor Anis. – Gritou fervorosamente Felipe.

- Não vai adiantar, não vai me ganhar. Nem com todos os deuses do seu lado, afinal eu sou um gênio. – gabou-se Novamente Sieg entre risos.

Felipe começa a se transformar em um lobo negro com imensas sombras densas atrás dele, seus olhos se tornaram sombrios e indecifráveis.

Felipe apenas fitou Sieg com seu corpo meio contorcido parecendo seus braços estarem quebrados. Felipe então foi com tudo na direção de Sieg o Kiumba tentou impedir, mas o ódio de Felipe era muito grande o que aumentou seu poder ultrapassando facilmente o Kiumba.

- Fudeu – disse Seig sorrindo ao ver sua morte.

Felipe destroçou o corpo de Sieg com apenas uma dentada, o resto sua sombra destruiu. O Exu ao ver Sieg morto no chão desaparece e Ranisra também. Anis fica mais um tempo e começa a sair do corpo de seu mestre fazendo-o cair de exaustão e desmaiando.

Horas se passam até que Felipe é acordado por uma doce voz.

- Senhor, senhor – falava a mesma doce menininha.

Era a mesma menina que antes havia falado com Hiruko no seu primeiro dia no Brazil. Mas hoje ela esta com uma boina de lã e uma roupa preta.

- Ah, o que houve? – Perguntou Felipe com rouca e meio adormecida.

- O senhor ganhou a batalha – falou a menina sorrindo.

- Você viu aquela luta? Uma garota não deveria ver aquilo que é tão forte – avisou Felipe meio assuntado.

- Sem problemas eu achei bem divertido, e bem feito para aquele cara que você matou – falou a garota demonstrando uma cara séria.

- Como assim? Você sabe o motivo da luta? – Perguntou Felipe assustado.

- Sei sim. Era por causa do seu namorado. – Afirmou a garotinha.

- Bem... nós não éramos namorados, mas começamos a ficar e aquele idiota estragou tudo – explicou Felipe irritado.

- Ah, bom. Mas você o amava certo? – Perguntou a menininha esbugalhando os olhos.

- Sim, ainda o amo e quero que ele acorde do coma de uma vez. Antes de entrar em coma ele tinha dito que me amava, quero saber se é verdade – explicou Felipe.

- Owun que fofo – falou a garotinha colocando as mãos nas bochechas.

- He he he – riu Felipe envergonhado.

- Qual seu nome garotinha? – Perguntou Felipe.

- Mirian – respondeu a menininha – e o do senhor?

- Meu nome é Felipe – respondeu Felipe – Mirian é um nome de mulher madura sabia?

- Sim eu sei. Por isso eu sou maduro – vangloriou-se Mirian.

- Bem, você não deveria estar em sua casa agora? – Perguntou Felipe.

- Não ainda é cedo – explicou a Mirian.

- Eu já vou indo. Até Mirian – despediu-se Felipe.

Felipe começou a caminhar até o portão da praça para sair, quando escuta gravetos se quebrando e passinhos acelerados.

- Espere senhor Felipe – falou Mirian.

- O que foi Mirian? – Perguntou Felipe sorrindo.

- Eu posso ir com o senhor? – Perguntou Mirian com os olhos brilhando.

- Hã? Mas você não sabe nem aonde eu estou indo – respondeu Felipe – seus pais devem estar preocupados.
- Não estão – afirmou ela com um sorriso cheio de dentes.

- Mentira. É obvio que estão preocupados, ou vão ficar se você não voltar logo já está escurecendo – falou Felipe.

- Eles não estão preocupados. Eu não minto ta – Explicou Mirian emburrada.

- A é? Como sabe? – Perguntou Felipe.

- Por que eles estão mortos – respondeu Mirian indiferente.

- Desculpa, eu não sabia – desculpou-se Felipe – mas faz tempo? Você tem um responsável?

- Não foi nada, eu não ligo para o passado, se não só vai trazer tristeza. O que aconteceu, aconteceu – falou Mirian sorrindo.

“Putz essa menina é mais madura do que eu mesmo” pensou Felipe.

- Eu não tenho responsável. Moro na rua – falou ela cabisbaixa.

- Pena – comentou Felipe – se tiver alguma coisa que eu possa fazer por você prometo que farei. Tudo bem?

- Virá meu responsável? Quer dizer me adota Felipe? – Perguntou Mirian.

- Acho que não dá é que...

- Então você mentiu, você prometeu que faria qualquer coisa para me ajudar e mentiu você não que me adotar – falou Mirian chorando.

- Eu vou ver se posso te adotar ok? – falou Felipe enxugando as lágrimas de Mirian.

- Tudo bem – falou Mirian.

Felipe deu a mão para Mirian e ambos saíram da praça e foram até uma sorveteria que ficava á uns 20 minutos da praça.

Quando entraram Mirian começou  a pedir todos sabores que tinham lá. Felipe se divertia com a alegria de Mirian ao escolher os sorvetes, não estava mais triste.

- Felipe, você é mexe com magia? – Perguntou Mirian.

- Sim, eu sou xamã – respondeu Felipe sorrindo.

- Legal, você deve ser forte, pelo que eu vi naquela luta sua – comentou Mirian.

- Nem me considero tão forte assim, mas sei me virar – respondeu Felipe.

- Me ensina? –Perguntou Mirian com olhos brilhando.

- Posso tentar, mas eu não sei grandes coisas, eu não sou um deus – falou Felipe.

- Obrigada Felipe – agradeceu Mirian.

- Eu sei fazer uma coisa – falou Mirian.

Ela pegou uma caneta que estava em cima da mesa e começou rabiscar em um papel, até terminar um desenho. Ela começou a fitar seu rabisco e gritou:

“Keittin apareça meu minhauzin” . Um filhote de gato com asinhas.

- Owun que fofo Mirian, como o conseguiu? – Perguntou Felipe.

- Não sei, quando meus pais morreram, ele apareceu para mim. E desde que ele surgiu, eu não estou mais triste – falou Mirian agarrando Keittin.

- Interessante, mas ele é um animal guardião ou o que? – Perguntou Felipe.

- Pouco me interessa o que ele é. Me importo em ter ele para sempre – falou Mirian sorrindo e afagando Keittin.

- E sobre o Hiruko eu posso te ajudar com ele – falou Mirian sorrindo.

- O que?


(continua)